O arquivo que o WhatsApp exporta é um .txt bruto — todas as mensagens em sequência, sem formatação, sem separação visual por dia, difícil de anexar como prova legível. Juntar esse arquivo aos autos como está costuma gerar mais trabalho para quem lê do que para quem produziu.

Esta ferramenta lê o arquivo exportado, reconhece o formato de data e hora usado pelo WhatsApp — tanto no padrão Android quanto no iOS — e monta um relatório em PDF: cada dia com o seu cabeçalho, cada mensagem com o horário e o remetente em destaque, mensagens de sistema (entrada e saída de participantes, por exemplo) diferenciadas do conteúdo da conversa.

O relatório registra o hash SHA-256 do arquivo .txt originalmente exportado, no cabeçalho do documento — a garantia de que o relatório corresponde exatamente ao arquivo que o WhatsApp gerou, sem edição no meio do caminho.

Perguntas frequentes

Como exporto a conversa do WhatsApp?+

Abra a conversa, toque nos três pontos no canto (ou no nome do contato/grupo), escolha "Mais opções" e depois "Exportar conversa". Selecione "Sem mídia" — a ferramenta trabalha só com o texto; mídia teria que ser anexada separadamente.

Funciona com conversas exportadas de iPhone e de Android?+

Sim. Os dois sistemas exportam em formatos ligeiramente diferentes — um usa colchetes na data, o outro usa travessão — e a ferramenta reconhece ambos automaticamente.

O arquivo .txt é enviado para o servidor?+

Não. A leitura, a montagem do relatório e o cálculo do hash acontecem no seu navegador. O arquivo nunca é transmitido.

Mensagens com links ou nomes incomuns podem confundir a ferramenta?+

Pode acontecer em casos raros: se uma mensagem começar com um trecho curto seguido de dois-pontos, ela pode ser lida como se fosse um nome de remetente. Revise o relatório gerado antes de juntar aos autos, como faria com qualquer transcrição.

O relatório serve como prova por si só?+

Ele organiza e apresenta o conteúdo do arquivo exportado de forma legível, com o hash do original para verificação de integridade. O valor probatório da conversa em si é uma questão jurídica que cabe ao advogado avaliar e sustentar no caso concreto.

Quando o documento vira prova

Organizar o material é o primeiro passo, e é o que esta ferramenta faz. O passo seguinte — transformar documento em número demonstrável, com memória de cálculo que a outra parte possa reconferir — é trabalho técnico. Veja como isso é feito em quando a comunicação entre as partes sustenta a prova.