Juntar prints e fotos aos autos costuma render um bloco de imagens soltas, sem numeração e sem indicação do que é cada uma. O resultado é previsível: a peça perde força porque o juízo não sabe olhar para aquilo, e a parte contrária tem espaço para questionar a origem de cada arquivo.
Esta ferramenta monta o conjunto como documento: uma imagem por folha, legenda identificando cada uma como DOC. 01, DOC. 02, numeração contínua no rodapé e uma folha de índice na frente. Cada arquivo original tem o seu SHA-256 calculado e impresso — a impressão digital do arquivo, que permite demonstrar depois que a imagem juntada é exatamente aquela e não foi alterada.
Nenhuma imagem é enviada para lugar nenhum. A leitura, o cálculo do hash e a montagem do PDF acontecem inteiramente no seu navegador. Material de processo é coberto por sigilo profissional, e a ferramenta foi construída para que esse sigilo não dependa de confiar em nós.
Perguntas frequentes
As imagens são enviadas para o servidor de vocês?+
Não. Tudo acontece dentro do seu navegador — a conversão, o hash e a montagem do PDF. Você pode confirmar desligando a internet depois que a página carregar: a ferramenta continua funcionando. Só o formulário de contato, no fim, usa a rede.
Para que serve o hash SHA-256?+
É uma impressão digital do arquivo: qualquer alteração, por menor que seja, muda o hash por completo. Registrá-lo no próprio documento permite demonstrar mais tarde que a imagem juntada aos autos é exatamente a que você recebeu, sem edição.
Qual o limite de imagens?+
Não há limite fixo — depende da memória do seu computador. As imagens são redimensionadas para no máximo 2200 pixels no maior lado, o que mantém a leitura confortável e evita um PDF de dezenas de megabytes a partir de fotos de celular.
A foto tirada de lado entra deitada?+
Não. A orientação registrada pela câmera no EXIF é respeitada, então a imagem entra no PDF na posição em que você a vê na galeria.
Serve para print de conversa de WhatsApp?+
Serve, e é um dos usos mais frequentes. Vários prints em sequência viram um documento cronológico e numerado, com o hash de cada um — bem mais defensável que imagens soltas anexadas ao processo.
Quando o documento vira prova
Organizar o material é o primeiro passo, e é o que esta ferramenta faz. O passo seguinte — transformar documento em número demonstrável, com memória de cálculo que a outra parte possa reconferir — é trabalho técnico. Veja como isso é feito em quando a prova depende de documentação organizada.